Era noite de sexta quando os Tufos — família Sacana de rua — decidiram que era hora de aumentar a aposta. Naquela favela onde tudo respira improviso, cada sobrancelha erguida valia mais do que dinheiro; valia respeito. O clã, liderado por Dona Marta, a matriarca de voz grossa e olhar miúdo, reunia-se sempre no barracão ao lado do armazém velho: ali afinavam rixas, combinavam corridas e riam de quem jurava que podia vencê-los.
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Era noite de sexta quando os Tufos — família Sacana de rua — decidiram que era hora de aumentar a aposta. Naquela favela onde tudo respira improviso, cada sobrancelha erguida valia mais do que dinheiro; valia respeito. O clã, liderado por Dona Marta, a matriarca de voz grossa e olhar miúdo, reunia-se sempre no barracão ao lado do armazém velho: ali afinavam rixas, combinavam corridas e riam de quem jurava que podia vencê-los.