A rua fora da casa era um labirinto de neon e promessas vazias. As Panteras não precisavam de armas; tinham redes de confiança, passos silenciosos e a habilidade de transformar cotidiano em resistência. Etelvina liderava com calma: instruía as colegas com gestos rápidos, abria fechaduras com um cochicho, fazia rotas por lugares onde ninguém atentava.